O procedimento realizado chega sozinho do seu LIS ou RIS, ou entra pela tela. O formulário muda com a fonte pagadora: o bloco do SUS só aparece quando o pagador é o SUS.
Ocean Core · Ciclo de receita para laboratórios, serviços de diagnóstico e hospitais
Do procedimento realizado ao dinheiro na conta: convênio, SUS e particular no mesmo motor.
O exame realizado chega sozinho do seu LIS ou RIS, ou entra pela tela. O Ocean Billing calcula o preço, acompanha a autorização, monta a guia e trava antes do envio o que viraria glosa. A guia sai no padrão que a operadora aceita, o título nasce no envio, a baixa é item a item, e a glosa vai até o recurso e o dinheiro recuperado. Tudo dentro do sistema, sem planilha.
- 3 fontes pagadoras, 1 motorconvênio, SUS e particular sobre o mesmo lançamento, guia, título e baixa
- TISS 4.01 e 4.02a guia sai no padrão que a operadora aceita, conferida antes do envio
- Regras de glosa pela telaa sua equipe decide o que avisa e o que trava, sem programar
- Do envio à recuperaçãotítulo, baixa item a item, glosa, recurso e o valor recuperado de volta no título
O dia de hoje no faturamento
Todo serviço de diagnóstico já fatura de algum jeito. O problema é que o sistema para no arquivo.
Ele gera o arquivo e dá por encerrado. O que acontece depois (o retorno da operadora, a glosa item a item, o recurso, o dinheiro que entrou a menos sem ninguém perceber) vive numa planilha que só uma pessoa entende.
A jornada completa
O dado nasce uma vez e atravessa o ciclo inteiro, até o dinheiro voltar.
Dez estações, do lançamento ao fechamento do mês. Em cada uma, quem faz, o que acontece e que dado nasce ali, porque é esse dado que a estação seguinte usa, sem redigitação.
Tabela do contrato, CBHPM, AMB, Brasíndice e SIMPRO para material e medicamento, SIGTAP do mês certo. Por cima, plano, multiplicador, pacote e preço por unidade.
O contrato diz, por procedimento, se exige autorização. A fila resolve procedimento a procedimento: senha, validade, saldo e aprovação parcial. Aprovar já monta a guia.
Lançamentos liberados viram uma guia: uma operadora, um contrato, um mês. O sistema impede faturar o mesmo item duas vezes, inclusive quando ele entrou num pacote. Guia faturada com dado errado volta a rascunho, com motivo.
Regras que bloqueiam, avisam ou só informam. A guia espera o laudo sair. E mostra o risco de glosa antes de sair, com o motivo. Dispensar um aviso exige justificativa, que fica registrada.
Checklist de prontidão em que cada pendência leva à guia responsável. Três passos: validar, gerar, enviar. Sai a guia no padrão TISS conferida antes do envio, o arquivo de produção do SUS ou a fatura do cliente B2B. O protocolo fica registrado.
O recebível nasce no momento em que o lote é enviado, com a data esperada de pagamento calculada pelo calendário da operadora e ajustada para dia útil.
Quatro desfechos por item (integral, parcial, glosado, não recebido), com atalhos de teclado e uma só confirmação. Ou importe o demonstrativo da operadora, no padrão TISS ou na planilha e no PDF que ela manda.
A glosa nasce da baixa, com o motivo da operadora traduzido e o prazo de recurso já marcado. O recurso parte de um modelo por motivo, passa por aprovação, e a resposta da operadora fecha o ciclo.
Fechar o mês com checklist que trava o que falta e confirmação digitada. Régua de cobrança com simulação, baixa por perda com aprovação, provisão por faixa de atraso. Nota fiscal pedida ao provedor integrado e arquivo para a contabilidade.
→ Role para o lado para percorrer as dez estações.
As três verticais, lado a lado
O mesmo lançamento, a mesma guia, o mesmo título. O que muda é o que sai no fim.
Quem paga é uma escolha no cadastro da operadora, não um produto separado. Em cada ponto do ciclo, é essa escolha que decide qual formulário aparece, qual conferência roda e qual arquivo sai. E o mês fecha na mesma tela para as três.
| ANS · saúde suplementar | SUS | Particular · B2B | |
|---|---|---|---|
| Preço | Tabela do contrato: valor direto, CBHPM, AMB, Brasíndice e SIMPRO para material e medicamento. | Tabela federal SIGTAP do mês certo, depois a tabela própria do gestor e o incremento percentual, com vigência. | Tabela do contrato, com preço por unidade de atendimento e tabela de repasse separada da tabela de venda. |
| Autorização | Senha, validade, saldo e aprovação parcial por procedimento; aprovar já monta a guia. | APAC, com aprovação separada do gestor, e AIH, com registro e geração por estabelecimento. | Não se aplica. |
| Validação | Regras de faturamento, espera pelo laudo e risco de glosa com o motivo na tela. | Crítica SIGTAP (CID, idade, sexo, profissional, habilitação e compatibilidade) e teto FPO por financiamento. | Regras de faturamento; a conferência antes do envio vale para as três fontes. |
| Instrumento de saída | Guia no padrão TISS 4.01 ou 4.02, conferida antes do envio e assinada digitalmente quando a operadora exige. | Arquivo de produção do SUS: BPA por mês, estabelecimento e gestor; APAC e AIH. | Fatura por competência e planilha de conferência. |
| Título | Nasce junto com o envio do lote. | Nasce ao gerar o arquivo de produção; a tela de baixa já abre preenchida. | Fatura pós-paga, ou desconto no saldo pré-pago. |
| Retorno | Demonstrativo da operadora no padrão TISS, ou a planilha e o PDF que ela manda, com o modelo configurado uma vez. | Conferência apresentado × aprovado × glosado por planilha importada ou digitada, sobre o título já aberto. | Baixa manual, ajuste comercial e nota de crédito por procedimento. |
Diferenciais, com a tela que prova
Onde há decisão, há regra explícita. E cada regra aparece na tela.
Nada aqui é slide. Cada argumento abaixo vem acompanhado da tela do produto rodando sobre uma base de demonstração inteiramente fictícia. Clique para ampliar.
Convênio, SUS e particular fecham o mês na mesma tela
Um serviço de diagnóstico raramente vive de uma fonte pagadora só. Como cada uma costuma ter um sistema ou uma planilha diferente, ninguém responde “quanto essa unidade faturou este mês” sem consolidar três exportações à mão. E o que trava no convênio ninguém vê no SUS. No Ocean Billing, quem paga é uma escolha no cadastro da operadora, e é ela que decide, em cada ponto do ciclo, qual caminho vale. O resto não muda: o mesmo lançamento, o mesmo catálogo, a mesma guia, o mesmo título, a mesma baixa, o mesmo fechamento.
- Um único motor de preço resolve todas as tabelas, do CBHPM ao SIGTAP
- A conferência antes do envio vale para as três fontes, não só para o convênio
- O título nasce nas três: gerar o arquivo do SUS já deixa a tela de baixa preenchida
- Relatórios com os mesmos filtros por unidade de negócio, CNPJ, estabelecimento e grupo
“Convênio, SUS e particular fecham o mês na mesma tela, com o mesmo número.”

A prova Aqui o formulário muda com quem paga: o bloco do SUS só aparece quando o pagador é o SUS.
Cada centavo da guia tem explicação
Preço em saúde não é uma coluna. É a tabela de referência do mês, vezes o coeficiente negociado, vezes o adicional de urgência, menos o deflator, com redução para o segundo procedimento da mesma via, a não ser que o item tenha entrado num pacote. Quando o sistema guarda só o número final, ninguém consegue explicar à operadora de onde veio o valor. Aqui um único motor calcula todas as tabelas e guarda o porquê, item a item.
- Valor direto, CBHPM com porte, UCO e filme, AMB, Brasíndice e SIMPRO, SIGTAP do mês certo
- Planos com coparticipação, multiplicadores com vigência, pacotes com lista de exceções, preço por unidade de atendimento
- Lançamento sem preço não some: entra numa fila com o motivo escrito em português
- Mudar valor em massa pede motivo; o reajuste fecha a tabela vigente e cria uma nova, com registro
“O sistema não guarda só o preço. Guarda por que aquele preço.”

A prova Aqui a tabela de preço mostra a fórmula em texto, os parâmetros de cada padrão e o botão de valor em massa, que pede motivo.
A sua equipe decide o que trava, sem programar
“Essa operadora glosa mamografia sem CID de rastreio.” “Esse exame só é pago para maiores de 40.” Essas regras vivem na cabeça de duas pessoas. Aqui elas viram regras criadas pela tela. Cada uma bloqueia, avisa ou só informa. E você escolhe em que momento o bloqueio realmente barra: ao faturar a guia, ao incluir no lote ou ao enviar. Nada disso é chamado, espera ou customização.
- Regras por sexo, idade, procedimento × CID, quantidade por guia, repetição entre guias, cadastro incompleto, cobertura, itens que se excluem e itens que dependem de outro
- Uma regra pode existir e não travar nada enquanto a equipe se acostuma
- A guia mostra o risco de glosa antes de sair, e diz o motivo; o peso de cada sinal é seu
- Cada mudança de regra tem um link direto para o histórico de quem mudou o quê
“A regra que estava na cabeça da supervisora agora está na tela. E você escolhe se ela avisa ou trava.”

A prova Aqui estão as regras por fonte pagadora, com severidade e vigência. Na aba Geral, os três interruptores que dizem onde o bloqueio barra.
O ciclo só fecha quando o dinheiro volta
A maioria dos sistemas termina no arquivo. Aqui o título nasce junto com o envio. A baixa é item a item, com quatro desfechos e uma só confirmação no fim. A tolerância é em reais e por item; o que passar do teto do título exige que alguém revise. A glosa carrega o prazo e o motivo; o recurso tem modelo, aprovação e desfecho. E o fecho: recurso aceito grava o valor recuperado e reabre o título para nova baixa.
- O mesmo demonstrativo não entra duas vezes, e um demonstrativo nunca baixa a guia de outra operadora
- O valor recuperado entra no mês certo, sem reabrir um mês já fechado
- Depois: régua de cobrança com simulação, baixa por perda com aprovação e reversão, provisão por faixa de atraso
“Do item realizado ao dinheiro na conta, inclusive o dinheiro que a operadora glosou e você recuperou.”

A prova Aqui cada item recebe um dos quatro desfechos, e o rodapé fixo soma faturado, recebido, glosado e diferença.
O robô nasce desligado, e você simula antes de ligar
Automatizar faturamento assusta com razão: um robô que fatura sozinho pode mandar cem guias erradas antes de alguém perceber. As seis automações do ciclo (anexar ao lote, faturar, enviar, virar o mês, reapresentar glosa e rodar a régua de cobrança) nascem todas desligadas. Você desliga por contrato, por operadora ou para a operação inteira. E cada falha vira um item numa fila de exceções, com tela própria, em vez de erro silencioso.
- Simulação sobre os meses passados, sem efeito: quantas guias entrariam e quantas exceções haveria
- Envio automático com dia de corte, valor máximo em reais e aviso prévio em horas
- Cada execução automática fica registrada, com o resultado
- O acompanhamento do primeiro mês faz parte da implantação
“O robô nasce desligado, você simula antes de ligar, e desliga por contrato, não tirando o sistema do ar.”

A prova Aqui estão os seis interruptores, o aviso de que todos nascem desligados e a simulação por período.
Cada operação vê só o que é dela
Todo sistema que atende várias empresas promete separar os dados. Quase todos entregam um filtro espalhado pela aplicação, e uma tela esquecida mostra o cliente de um para outro. No Ocean Billing, os dados de cada operação ficam separados por construção. Uma unidade nunca vê a outra, nem por engano. O sistema confere essa garantia toda vez que inicia.
- Sete papéis prontos, e nenhum deles vê tudo: quem administra o sistema não lê a trilha de auditoria
- Cada clique é conferido contra a permissão de quem clicou, sem exceção esquecida
- Senha e identidade ficam no IAM da Ocean, com verificação em duas etapas; o Billing não guarda senha de ninguém
“Separar os dados não depende de alguém lembrar. É assim que o sistema é feito.”

A prova Aqui cada pessoa aparece com o seu papel. Senha e identidade vêm do IAM da Ocean, nunca do Billing.
Tudo o que muda fica registrado, e ninguém apaga o rastro
“Quem mudou esse preço?” costuma ser respondido por uma coluna que só diz quem foi o último, nunca o que mudou. Aqui cada alteração fica registrada com o antes, o depois e a diferença campo a campo, sem depender de ninguém lembrar de anotar. O registro é definitivo: ninguém apaga nem corrige o rastro, nem o administrador, e o próprio sistema confere de tempos em tempos que a sequência continua íntegra.
- Ações sensíveis pedem justificativa na hora: tirar guia do lote, voltar a rascunho, reabrir lote, forçar fechamento, revelar dado pessoal
- Consultar a auditoria também fica registrado, porque o registro pode conter dado de paciente
- Filtro por tipo de registro, por ação e por item relacionado, com link direto a partir das telas de configuração crítica
“Tudo o que muda fica registrado: o antes, o depois, quem e quando. E ninguém apaga o rastro.”

A prova Aqui a linha do tempo mostra cada mudança, campo a campo, com o antes e o depois, e o filtro por item relacionado.
LGPD no dia a dia, não só no documento
Conformidade costuma ser um relatório. Na hora do incidente, descobre-se que o CPF estava aberto na base e que ninguém sabe quem viu o dado de quem. No Ocean Billing, o CPF e o cartão SUS do paciente ficam guardados cifrados, e a busca acontece sem abrir o dado. O sistema registra quem acessou qual campo de qual paciente, quando e com que propósito. E sem a chave de cifra configurada, ele se recusa a gravar.
- Dado pessoal não sai do sistema por engano: não vai em mensagem interna, não aparece em mensagem de erro e não chega à IA sem ser removido ou mascarado antes
- Pedido de titular com prazo, revelação com justificativa que se esconde sozinha depois, e resposta fundamentada quando a lei não permite apagar
- Incidentes com gravidade, causa e o lembrete das 72 horas na própria tela; inventário de tratamentos com base legal e retenção
“Sem a chave de cifra, o sistema se recusa a gravar o CPF. Falhar alto é melhor que perder o dado em silêncio.”

A prova Aqui aparece quem viu qual campo de qual paciente, quando, de onde e com que propósito. Nunca o valor do dado.
Para quem
Cada pessoa da operação ganha algo diferente. Escolha o seu papel.
Faturista, quem opera o dia a dia
“O que você faz primeiro hoje de manhã?” A tela responde.
- A tela diz o que fazer agora: filas com prazo, urgência e valor em risco, e um quadro que mostra o ciclo inteiro em seis colunas.
- O que ia virar glosa trava antes de sair, e a mensagem diz qual regra travou, em qual item.
- O lançamento manual só pede o que aquele pagador precisa: o formulário do SUS não é o mesmo do convênio.
- Baixar é marcar item por item, com atalho de teclado, e uma só confirmação no fim.
- Nada se perde: lançamento sem preço não some, fica numa fila com o motivo escrito em português.
Supervisor de faturamento
“Quem pode mandar o lote para a operadora? E quem pode forçar o fechamento do mês?”
- As ações que mexem em dinheiro têm dono, e o sistema sabe a diferença entre quem monta a conta e quem manda para a operadora.
- A regra que estava na cabeça de alguém agora está na tela, e você escolhe se ela avisa ou trava.
- Fechar o mês tem checklist que trava o que falta, e forçar o fechamento fica registrado com o seu nome.
- Recurso passa por aprovação, com valor mínimo que você define, e o recurso aceito reabre o título sozinho.
- O robô nasce desligado, você simula antes de ligar e desliga por contrato.
Financeiro e controladoria
“Quanto daquele lote virou dinheiro? E em que mês entrou o que foi recuperado?”
- O título nasce junto com o envio do lote, com a data de pagamento calculada pelo calendário da operadora.
- Tolerância em reais e por item, com um teto por título. O que passar do teto exige que alguém revise antes de fechar.
- Atraso por faixa, prazo médio de recebimento, concentração por operadora e provisão por faixa, com o percentual que você configura.
- Arquivo para a contabilidade em quatro formatos de ERP mais planilha, com receita por operadora, provisão e retenções.
- Convênio, SUS e particular fecham o mês na mesma tela, com o mesmo número.
TI e segurança
“O que garante que o dado de um cliente não aparece para outro?”
- Os dados de cada organização ficam separados por construção. Uma nunca vê a outra, nem por engano, e o sistema confere essa garantia toda vez que inicia.
- Nenhum segredo chega ao navegador; nenhuma senha de integração é reexibida na tela.
- Cada ação do sistema é conferida contra a permissão de quem clicou, sem exceção esquecida, e o produto não sai da fábrica com uma lacuna nessa conferência.
- A guia sai no padrão TISS 4.01 ou 4.02 e o arquivo do SUS usa a SIGTAP do mês certo. As rotinas automáticas mostram na tela se estão vivas.
- Cada integração é opcional e tem “desligado” como estado válido.
Auditoria interna e encarregado de dados
“Quem mudou esse preço, quando? E quem viu o CPF desse paciente?”
- Tudo o que muda fica registrado: o antes, o depois e a diferença campo a campo. Ninguém apaga o rastro, nem o administrador.
- O administrador da organização não lê a trilha. Quem lê é você.
- Consultar a auditoria também fica registrado, porque o registro pode conter dado de paciente.
- O CPF e o cartão SUS ficam cifrados. Revelar exige justificativa, e a tela esconde o dado de novo depois de um tempo.
- Pedido de titular com prazo, incidente com o lembrete das 72 horas, e a lista de quem viu qual campo de qual paciente, pronta para responder.
Diretoria
“Quanto a operação faturou este mês, nas três fontes pagadoras, sem consolidar planilha?”
- Menos receita perdida: o ciclo fecha dentro do sistema até a recuperação da glosa, e o recurso aceito reabre o título.
- Menos dependência de pessoa: as regras que travam a conta são configuração, não conhecimento de alguém.
- Uma operação, um número: convênio, SUS e particular no mesmo motor, com filtro por unidade de negócio, CNPJ, estabelecimento e grupo.
- Risco controlado: os dados de cada operação ficam separados por construção, tudo o que muda fica registrado, e a LGPD é comportamento do sistema, não documento.
- Proposta por atividade: o que é produto, o que é configuração do ambiente e o que é ativação por operadora e por provedor, escrito antes da assinatura.
Laboratório de apoio (B2B)
“Preço por posto de coleta, mínimo mensal e repasse ao executor: onde isso está hoje?”
- Preço por posto de coleta e por unidade de atendimento, no mesmo contrato.
- Mínimo mensal e desconto por volume apurados no fechamento, e um exclui o outro por regra.
- Remessa exame a exame separando valor de venda de valor de repasse, exportável em planilha.
- Saldo pré-pago com extrato, alerta de saldo baixo e recarga que não entra duas vezes com o mesmo comprovante.
- Nota de crédito por procedimento, com quem pede diferente de quem aprova.
Gestor de faturamento SUS
“O teto FPO é cadastro morto ou é apurado?”
- Um estabelecimento pode ter vários gestores ao mesmo tempo, cada um com a sua configuração: serviço, habilitação, teto e preço.
- A crítica SIGTAP roda por mês e cruza tudo: CID, idade, sexo, profissional, habilitação e compatibilidade.
- O teto FPO é apurado e aplicado por financiamento, e você escolhe entre alertar e bloquear.
- Preço federal, tabela própria do gestor e incremento percentual, aplicados em cadeia e por mês.
- BPA gerado por mês, estabelecimento e gestor, com a lista do que ficou de fora e o motivo por guia; conferência do retorno por planilha importada.
Componentes
Dezesseis componentes. Uma aplicação. Nenhuma redigitação entre eles.
O menu segue a ordem do ciclo: painel, ciclo de receita, baixas, B2B, glosas, SUS, filas, relatórios e compliance, com as configurações no rodapé. O que cada pessoa vê vem do seu papel: sete papéis prontos, e nenhum deles vê tudo.
No ecossistema Ocean
O motor de receita no meio. A origem manda o exame realizado; o Billing devolve guia, título e baixa.
O Ocean Billing não substitui o LIS, o RIS, o HIS nem o ERP. Cada integração é opcional, tem “desligado” como estado válido, e nenhuma senha chega ao navegador.
PRORADIS 27
O exame realizado no RIS de imagem chega sozinho ao Billing, agrupado por atendimento e sem duplicar o que já foi enviado.
Conhecer →LABORLIS 27
O exame liberado no laboratório chega sozinho ao Billing. Um de-para simples traduz o status do laboratório para o ciclo de faturamento, e o que não tem tradução fica registrado com o motivo.
Conhecer →Teleradis
A central de laudos da Ocean, ao lado do RIS. O que é laudado e liberado chega ao Billing pelo mesmo caminho de qualquer origem, com a origem marcada.
Conhecer →O seu LIS, RIS ou HIS
O procedimento realizado chega sozinho do sistema de origem, por um caminho documentado que a Ocean entrega: sem duplicar, com a origem marcada. Ligar o sistema de origem a esse caminho é uma atividade da implantação.
IAM Ocean
Login, senha, verificação em duas etapas, papéis e permissões vêm do IAM da Ocean. O Billing não guarda senha de ninguém. É pré-requisito da instalação.
Arquivos para o mundo fiscal e contábil
Guia no padrão TISS, arquivo de produção do SUS, planilhas de conferência e de remessa, nota fiscal pedida ao provedor integrado e o arquivo para a contabilidade em quatro formatos de ERP mais planilha. O seu contador importa como preferir.
Implantação e operação
O que precisa acontecer antes de entrar no ar está escrito.
O Ocean Billing roda no navegador, em português, inglês e espanhol, com tema claro e escuro. Uma instalação atende várias organizações, e os dados de cada uma ficam separados por construção. Acima do estabelecimento, as camadas de unidade de negócio, CNPJ e grupo de estabelecimentos servem a filtro e relatório.
A implantação não é um projeto de migração: nada obriga a desligar o sistema anterior no dia um. O que o Billing pede é que a origem passe a mandar o exame realizado e que os itens abaixo estejam prontos. Eles entram na proposta como atividade de implantação, com responsável nomeado.
- Chave de cifra dos dados do paciente: sem ela, o sistema se recusa a guardar CPF e cartão SUS
- Usuários e permissões cadastrados no IAM Ocean
- Espaço de armazenamento para anexos de recurso e assinaturas do paciente
- Infraestrutura de apoio provisionada pela TI, com a lista que entregamos
- Certificado digital do cliente, se alguma operadora exigir assinatura do lote
- Tabela SIGTAP do mês importada, se houver produção SUS
- Cadastro fiscal no provedor de nota fiscal
- Sistema de origem ligado ao Billing, ou lançamento pela tela até lá
Segurança, privacidade e auditoria
- Separação: os dados de cada operação ficam separados por construção; uma nunca vê a outra, nem por engano, e o sistema confere essa garantia toda vez que inicia.
- Papéis: sete papéis prontos, e nenhum deles vê tudo; o administrador não lê o registro de auditoria nem os pedidos de titular.
- Identidade: login, senha e verificação em duas etapas ficam no IAM Ocean; o Billing não guarda senha de ninguém.
- Dados do paciente: CPF e cartão SUS guardados cifrados, com busca sem abrir o dado; sem a chave, o sistema recusa gravar.
- Trilha: tudo o que muda fica registrado, com o antes e o depois; ninguém apaga o rastro, nem o administrador.
- Segredos: senhas de integração ficam cifradas; a tela nunca reexibe uma senha; nada chega ao navegador.
- Outras defesas: arquivos e anexos são verificados pelo conteúdo antes de entrar, e cada usuário tem um limite de requisições.
O Ocean Billing em números
O que a operação ganha, em números que dá para conferir.
Nenhum deles é promessa de resultado. São medidas do produto: o que ele tem, e o que isso significa para o faturamento.
Ficha técnica completa para a TI e para a resposta a edital
| Versão de referência | 0.11.0 · levantamento de 8 de setembro de 2026, com o método de medição declarado ao lado de cada número |
|---|---|
| Fontes pagadoras | 3 no mesmo motor (saúde suplementar em TISS, SUS e particular/B2B) sobre o mesmo lançamento, guia, título, baixa e competência |
| Componentes e telas | 27 módulos de negócio · 90 telas em 101 rotas · manual embutido no produto |
| TISS | Versões 4.01.00 e 4.02.00 · 10 XSDs oficiais vendorizados · assinatura XML-DSig RSA-SHA256 com certificado do cliente · guias SP/SADT, Consulta, Resumo de Internação, Honorários e OPME |
| Guia e lançamento | Guia com 18 status e 51 transições declaradas, 7 tipos · lançamento com 13 status, deduplicado por origem |
| Regras de faturamento | 56 regras universais em 12 tipos (9 com formulário na tela) · 3 severidades · gate em 3 transições · score de risco de glosa com 19 fatores, determinístico e auditável |
| Motor de preço | Direto, CBHPM por componente, AMB, Brasíndice/SIMPRO, SIGTAP por competência · planos, multiplicadores, pacotes, tabela por estabelecimento e tabela de repasse |
| Tabelas de referência | 8 seedadas: TUSS 18/19/20/22, CBHPM, Brasíndice, SIMPRO, SIGTAP · 639 códigos de glosa da Tabela 38 da ANS, em catálogo de três camadas |
| Filas e relatórios | 31 worklists (21 abas na tela) com SLA por fila · Quadro de Pendências em 6 colunas · 36 relatórios em 9 categorias, com 4 painéis dedicados |
| Papéis e permissões | 7 papéis canônicos · 123 pares (recurso, ação) sobre 44 recursos · sem super-admin · 687 endpoints: 666 com gate, 21 isentos com justificativa, 0 lacunas |
| Isolamento e banco | PostgreSQL · 173 tabelas · 148 de 148 tabelas com organização com RLS habilitada e forçada · 150 policies · 238 migrações versionadas |
| Trilha de auditoria | 114 tabelas com trigger · append-only, particionada por mês, encadeada por hash SHA-256, com job de verificação da cadeia |
| Processos de fundo | 9 workers supervisionados · 16 jobs periódicos · 41 tipos de evento de domínio · outbox na mesma transação do dado · 40 métricas Prometheus |
| Entrada de lançamentos | API REST ou fila AMQP em contrato documentado, com envelope assinado em HMAC, idempotência por evento e trilha da origem · de-para de status por origem |
| Identidade | IAM Ocean com OAuth2, PKCE e MFA · token de máquina de escopo mínimo para integrações · CPF e CNS cifrados em repouso com chaves versionadas e busca por hash |
| Idiomas e instalação | pt-BR, en-US e es-419 com 6.954 chaves em paridade · roda no navegador · multi-tenant: uma instalação atende várias organizações · IAM Ocean como pré-requisito |
| Regulatório | Produto com registro na ANVISA |
Versão de referência 0.11.0. Capturas de tela sobre base inteiramente fictícia (Ocean Health Example Clinic); nenhum paciente, profissional, operadora ou ente público real aparece em qualquer imagem.
Perguntas frequentes
O que o faturamento pergunta antes de decidir.
Como o lote chega à operadora?
Como funciona o faturamento SUS?
Como o nosso LIS, RIS ou HIS entrega o lançamento?
Nota fiscal e contabilidade: o que sai do sistema?
Tem inteligência artificial?
Atende uma rede com vários CNPJ e estabelecimentos?
Próximo passo
Veja o Ocean Billing com a operação do seu faturamento.
Uma demonstração de 45 minutos percorre o ciclo inteiro, do lançamento à baixa, nas três fontes pagadoras, sobre uma base de demonstração, e termina no fechamento do mês.