Ecossistema · Ocean Connect

Os sistemas que você já tem passam a conversar entre si, sem um projeto de integração a cada novo parceiro.

HIS, LIS, RIS, PACS, ERP, operadora e o software do parceiro falam padrões diferentes, de idades diferentes. O Ocean Connect fica no meio: recebe no padrão de quem envia, traduz, valida e entrega no padrão de quem recebe. Cada transação fica registrada. Se o destino cair, a mensagem espera em vez de se perder.

Tradutor universal

HL7, FHIR e DICOM

Do HL7 v2 e v3 ao FHIR e REST/JSON, do arquivo flat ao DICOM. Entende e traduz em tempo real.

Pipeline

O dado chega limpo

Validação, sanitização e transformação do payload antes de entregar ao destino.

Conectores

Prontos ou construídos

Conectores para os principais fornecedores e um SDK para o que ainda não existe.

Observabilidade

Nada se perde no escuro

Log por transação, retentativa automática, alerta em tempo real e painel de saúde.

  • 3padrões de saúde falados de fábrica: HL7 (v2 e v3), FHIR e DICOM
  • 6formatos de troca: SOAP, REST, XML, JSON, CSV e arquivos flat
  • 4métodos de autenticação: OAuth2, JWT, Basic Auth e chave de API
  • 1registro estruturado por transação, com retentativa e alerta

O dia de hoje na TI

Cada sistema novo vira um projeto de integração. E cada integração vira um ponto de falha.

Quase nenhuma operação de saúde tem um sistema só. Tem o HIS de dez anos, o LIS de outro fornecedor, o PACS, o ERP, o portal da operadora e o software do parceiro que chegou mês passado. O que falta não é sistema. É a ligação entre eles.

O HIS fala HL7 v2. O parceiro novo só fala FHIR.

Alguém escreve um conversor sob medida, em cima da hora. Seis meses depois essa pessoa saiu, e ninguém sabe como o conversor funciona nem onde ele roda.

O laudo saiu do LIS, mas não chegou ao prontuário.

Sem um registro por transação, a investigação é telefonema: “vocês receberam?”. O paciente já está na frente do médico enquanto a TI procura a mensagem.

O destino ficou fora dez minutos de madrugada.

Os pedidos daquele intervalo se perderam. Ninguém foi avisado, nada foi reenviado, e a recepção descobre de manhã que faltam exames na lista de trabalho.

Como funciona

Recebe no padrão de quem envia. Entrega no padrão de quem recebe. Registra tudo no meio.

Quatro passos que acontecem em cada mensagem, em tempo real por eventos ou em lote, sem que a origem ou o destino precisem mudar nada.

ReceberO sistema de origem envia do jeito que já sabe: HL7 v2 ou v3, FHIR, DICOM, SOAP, REST, XML, JSON, CSV ou arquivo flat. Nada muda do lado dele.
Traduzir e validarO Ocean Connect mapeia campo a campo (na tela ou por arquivo de configuração), converte o formato, normaliza o dado clínico e operacional, valida e sanitiza a entrada.
EntregarO destino recebe no padrão dele. Fila, buffer e controle de fluxo seguram o pico. Se o destino cair, a mensagem espera e a retentativa é automática, com intervalos crescentes.
RegistrarCada transação vira um log estruturado. Painel de desempenho, alerta em tempo real, circuit breaker e fallback configurável: quem opera vê a saúde de cada integração sem abrir código.
Conectores plugáveis

Pronto para os principais fornecedores. SDK para o resto.

HIS, LIS, RIS, ERP, plataformas de telessaúde e operadoras: os conectores para os principais sistemas do mercado já vêm prontos, e é isso que encurta o caminho até o seu produto entrar no ar. Quando o conector não existe, o SDK permite construir um novo, com documentação e APIs abertas para a sua equipe técnica, e uma equipe dedicada da Ocean para projetos especiais.

Governança e segurança

Quem acessa o quê, por onde, e com que rastro.

Autenticação por OAuth2, JWT, Basic Auth ou chave de API. Controle de acesso por origem, destino e tipo de dado. Registro de eventos com rastreabilidade, auditorias e relatórios. Dado sensível trafega com criptografia e deixa log de auditoria imutável, o que a LGPD pede de quem transporta informação de paciente.

Recursos

O que vem de fábrica.

O vocabulário aqui é o da sua equipe de TI. Cada item é uma capacidade do produto, não uma promessa de resultado.

Padrões e formatos

  • HL7 v2 e v3
  • FHIR
  • Mapeamento DICOM para PACS e RIS
  • SOAP, REST, XML, JSON, CSV e arquivos flat

Transformação de dados

  • Conversão e normalização de dados clínicos e operacionais
  • ETL em tempo real com transformação de payloads
  • Mapeamento de campos pela interface ou por DSL/YAML
  • Validação e sanitização do dado de entrada

Conectores e SDK

  • HIS, LIS, RIS, ERP, telessaúde e operadoras
  • Conectores prontos para os principais fornecedores
  • SDK para desenvolver novos conectores
  • Equipe dedicada para projetos especiais

Resiliência

  • Filas, buffers e controle de fluxo
  • Retentativa automática com intervalos crescentes
  • Circuit breaker e fallback configurável
  • Integração por eventos em tempo real ou em lote

Observabilidade

  • Log estruturado por transação
  • Painéis de desempenho
  • Alertas em tempo real
  • Visibilidade de cada transação, ponta a ponta

Governança e segurança

  • OAuth2, JWT, Basic Auth e chave de API
  • Controle de acesso por origem, destino e tipo de dado
  • Registro de eventos com rastreabilidade
  • Auditorias, relatórios e logs imutáveis (LGPD)

Controle de qualidade analítico (regras de Westgard, gráficos de Levey-Jennings) não é papel do Ocean Connect. Isso é o LaborQC, que decide, e o LaborMID, que aplica na bancada.

Perguntas frequentes

O que a TI pergunta antes de decidir.

Preciso mudar algo no sistema de origem?
Não. Ele continua enviando no padrão que já fala: HL7 v2 ou v3, FHIR, DICOM, SOAP, REST, XML, JSON, CSV ou arquivo flat. O Ocean Connect recebe, traduz e entrega no padrão do destino. O mapeamento de campos é feito na interface ou por arquivo de configuração (DSL/YAML).
O que acontece se o sistema de destino cair?
A mensagem espera. Filas e buffers seguram o volume, a retentativa é automática com intervalos crescentes e o circuit breaker evita insistir num destino que está fora. Você define o fallback e recebe o alerta em tempo real. Quando o destino volta, a fila é entregue.
Não existe conector para o meu fornecedor. E agora?
Os conectores prontos cobrem os principais sistemas de HIS, LIS, RIS, ERP, telessaúde e operadoras. Para o que não existe, o SDK permite que a sua equipe construa o conector com documentação e APIs abertas, ou a equipe dedicada da Ocean assume o projeto.
Como acompanho se a integração está saudável?
Cada transação gera um log estruturado. Os painéis mostram desempenho e volume, os alertas avisam em tempo real e, quando algo falha, a investigação começa pelo registro da transação, não pelo telefone.
Como fica a segurança e a LGPD?
Autenticação por OAuth2, JWT, Basic Auth ou chave de API. O acesso é controlado por origem, destino e tipo de dado. Todo evento fica registrado com rastreabilidade, com auditorias e relatórios. O dado trafega com criptografia e os logs de auditoria são imutáveis.
O Ocean Connect faz o controle de qualidade do laboratório?
Não. Regras de Westgard, Levey-Jennings e bloqueio da rotina são papel do LaborQC, com o LaborMID aplicando a decisão nos equipamentos. O Ocean Connect cuida da integração entre sistemas.

Próximo passo

Traga o mapa dos seus sistemas. Saímos com o desenho da primeira integração.

Uma conversa com a sua TI: quais sistemas existem, em que padrão cada um fala e qual ligação dói mais hoje. A proposta vem com o conector, o mapeamento e a ordem de ativação.

InventárioQuais sistemas, quais padrões, quais fluxos de dado e onde a informação se perde hoje.
DesenhoConector pronto ou novo, mapeamento campo a campo, regras de validação e o que acontece em falha.
HomologaçãoA integração roda em ambiente de teste, com log por transação, antes de tocar a operação.
ProduçãoNo ar com painel, alerta e retentativa ligados. A próxima integração entra no ritmo da sua equipe.